Telemetria para Indústria: Solução HIDROPAAS para Conformidade e Economia
- Chert Bobsin

- 14 de jul.
- 4 min de leitura
Resposta direta: o HIDROPAAS é a telemetria de recursos hídricos da PAAS Poços Artesianos (1985, responsabilidade técnica de geólogo CREA) aplicada à indústria. Monitora poços, reservatórios, ETE e ETA, hidrômetros setorizados, elevatórias, energia e captação superficial, medindo em tempo real nível estático e dinâmico, vazão em m³/h, volume, horas trabalhadas, pressão, condutividade, temperatura, pH, cloro, turbidez e fluoreto. Com isso a indústria fecha o balanço hídrico, comprova conformidade com a Resolução ANA 188/2024, a Portaria GM/MS 888/2021 e o CONAMA 396, alimenta sistemas estaduais como SIDECC (DAEE-SP), MIRA (IGAM-MG), FEPAM (RS) e INEMA (BA), e reduz custo de água e energia. Cobertura em 27 estados, com 4G e satélite.
Desafios do setor industrial
Não saber para onde vai a água dentro da planta. Sem setorização e hidrometria por área, o consumo de processo, utilidades, refrigeração, limpeza e sanitários vira um número único e inútil no fim do mês.
Balanço hídrico que não fecha: volume captado no poço diferente do volume medido nos setores, com a diferença escondendo vazamento em rede enterrada ou medição defeituosa.
ETE operando às cegas entre uma coleta laboratorial e outra. Efluente fora de faixa por horas sem que ninguém saiba — e a autuação chega depois.
Condicionantes de licença ambiental e de outorga exigindo monitoramento e relatórios periódicos que hoje são montados na mão, com planilha e leitura anotada em prancheta.
Indústrias que distribuem água para o próprio efetivo — refeitório, vestiário, bebedouros — e portanto respondem por potabilidade, com cloro residual e turbidez que precisam ser controlados de forma contínua.
Custo de energia de bombeamento e recalque diluindo-se na conta geral da fábrica, sem que se saiba qual bomba está puxando mais do que deveria.
O que o HIDROPAAS monitora na indústria
Pontos monitorados: poços tubulares e captação superficial, reservatórios elevados e cisternas, estação de tratamento de água (ETA), estação de tratamento de efluentes (ETE), elevatórias, quadros de energia das bombas e hidrômetros setorizados por área de processo.
Parâmetros: nível estático e dinâmico, vazão (m³/h), volume acumulado, horas trabalhadas, pressão, energia consumida, condutividade elétrica, temperatura, pH, cloro residual, turbidez e fluoreto.
Setorização e balanço hídrico: com medição na captação e em cada setor consumidor, o sistema fecha entradas e saídas e expõe a diferença. Vazamento em rede enterrada deixa de ser hipótese e vira número — com hora e setor.
Conformidade regulatória do setor
Resolução ANA 188/2024: define o monitoramento e a prestação de informações sobre usos de recursos hídricos em corpos de domínio da União. Captações industriais outorgadas entram nesse escopo.
Portaria GM/MS 888/2021: se a indústria capta e distribui água para consumo humano dentro da planta, ela opera uma solução alternativa coletiva e responde pelo controle de potabilidade — incluindo cloro residual, turbidez e demais parâmetros do padrão.
CONAMA 396 e órgãos estaduais: a Resolução CONAMA 396 trata da classificação e das diretrizes de enquadramento das águas subterrâneas. Na ponta estadual, a declaração e o monitoramento passam por sistemas como SIDECC (DAEE-SP), MIRA (IGAM-MG), FEPAM (RS) e INEMA (BA), cada um com suas exigências de periodicidade.
Descumprir condicionante de licença, captar acima do outorgado, lançar efluente fora do padrão ou deixar de reportar dados são infrações administrativas e ambientais sujeitas a multa, embargo e suspensão de licença — com valores arbitrados pelo órgão conforme a gravidade e o porte da empresa. Para uma planta em operação, o custo maior raramente é a multa: é a parada.
Benefícios e economia
Água: a setorização revela onde o consumo é desproporcional e onde há perda. Vazamento noturno aparece na curva de consumo de madrugada, quando a fábrica deveria estar em consumo mínimo.
Energia: cruzando horas trabalhadas, vazão e pressão com o consumo elétrico de cada conjunto motobomba, identifica-se bomba com rendimento degradado e operação em horário de ponta que poderia ser deslocada.
Manutenção preditiva: queda de vazão com corrente estável, oscilação de pressão e aumento de horas para o mesmo volume são sinais de desgaste. Trocar antes de quebrar custa uma fração de parar a linha.
Conformidade: relatórios prontos, histórico contínuo e rastreável. A fiscalização deixa de ser um evento de risco e vira uma consulta ao painel.
Caso real
Frigorífico em Minas Gerais: planta com alto consumo de água em processo, limpeza e utilidades. Com o HIDROPAAS monitorando captação, reservatórios e setores de consumo, a empresa passou a enxergar o balanço hídrico real e corrigir perdas e desperdícios que antes ficavam diluídos na conta geral. O resultado foi 30% de economia no consumo — com o benefício adicional de ter os dados prontos para o órgão ambiental estadual.
Como começar
1. Diagnóstico hídrico: mapeamos captações, reservatórios, setores consumidores, ETA/ETE e as condicionantes da licença e da outorga.
2. Projeto de setorização: definimos onde instalar cada medidor e sensor para que o balanço hídrico feche de verdade.
3. Instalação e integração: comissionamento em campo com 4G ou satélite e integração dos dados no painel.
4. Rotina de conformidade: alertas configurados e relatórios periódicos gerados para ANA e órgão estadual.
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