Telemetria para Agronegócio: Solução HIDROPAAS para Irrigação e Pivôs

Atualizado: há 21 horas
Resposta direta: o HIDROPAAS é a solução de telemetria de recursos hídricos da PAAS Poços Artesianos (empresa fundada em 1985, com responsabilidade técnica de geólogo registrado no CREA) para o agronegócio. Ele monitora poços, pivôs centrais, elevatórias, reservatórios, captações superficiais e hidrômetros em tempo real, enviando automaticamente nível estático, nível dinâmico, vazão em m³/h, volume acumulado, horas trabalhadas e pressão. Opera em 27 estados, com comunicação 4G e satélite para lavouras sem cobertura celular, atende às exigências de monitoramento da Resolução ANA 188/2024 e dos órgãos estaduais de outorga, e ajuda o produtor a cortar custo de energia no bombeamento.

Desafios do setor agro
Poços e captações espalhados por talhões distantes, sem sinal de celular e sem ninguém para ler o hidrômetro. A leitura manual vira estimativa — e estimativa não se defende em fiscalização.
Energia elétrica de bombeamento como um dos maiores custos da safra, com bombas rodando fora do horário mais barato, em vazio ou contra pressão indevida, sem que ninguém perceba.
Outorga de irrigação com limite de volume e vazão que precisa ser comprovado. Sem registro contínuo, o produtor não sabe se está dentro ou fora do outorgado até receber a notificação.
Pivô central parado por queda de nível, bomba afogada ou falha elétrica descoberta horas depois, com prejuízo direto na lâmina de água aplicada e na produtividade.
Rebaixamento excessivo do aquífero em safras de estiagem, que só aparece quando a bomba começa a puxar ar e o poço já foi comprometido.
Fazendas do MATOPIBA e de fronteira agrícola operando em regiões onde não existe 4G — o que inviabiliza soluções de telemetria comuns.
O que o HIDROPAAS monitora no agronegócio
Pontos monitorados: poços tubulares profundos, captações superficiais em rios e açudes, elevatórias, reservatórios e caixas de dessedentação animal, hidrômetros de linha, pivôs centrais e conjuntos de irrigação.
Parâmetros: nível estático e nível dinâmico do poço, vazão instantânea em m³/h, volume acumulado, horas trabalhadas da bomba, pressão da linha, consumo de energia, temperatura, condutividade elétrica da água, pH, turbidez, cloro e fluoreto quando aplicável.
Comunicação: 4G onde houver cobertura e link via satélite onde não houver — condição essencial para lavouras isoladas no Centro-Oeste, no MATOPIBA e no interior do Nordeste. Os dados sobem para o painel HIDROPAAS com alertas automáticos.
Conformidade regulatória do setor
A Resolução ANA nº 188/2024 estabelece as diretrizes de monitoramento e envio de dados de usos de recursos hídricos em corpos hídricos de domínio da União. Para irrigação — que é o maior uso consuntivo de água do país — isso significa registrar e reportar volumes captados, e não apenas declarar uma estimativa anual.
Em corpos hídricos de domínio estadual, valem os sistemas dos órgãos gestores: SIDECC (DAEE-SP), MIRA (IGAM-MG), FEPAM (RS), INEMA (BA), entre outros. Cada um tem sua periodicidade e seu formato de declaração — e a telemetria é o caminho mais seguro para alimentá-los sem erro de digitação nem lacuna de leitura.
Captar acima do outorgado, deixar de monitorar quando o monitoramento é condicionante da outorga ou não prestar informação ao órgão gestor são infrações administrativas sujeitas a advertência, multa e, no limite, suspensão da outorga — o que na prática interdita a irrigação da área. O valor da multa é fixado pelo órgão competente conforme a gravidade e o porte do usuário.
Benefícios e economia
Energia: com horas trabalhadas, vazão e pressão medidas ponto a ponto, dá para identificar bomba operando fora do ponto ótimo, bombeamento em horário de ponta e recalque desnecessário. Bombeamento é a maior fatia da conta de luz da irrigação — cada ponto de rendimento recuperado aparece direto no caixa.
Manutenção preditiva: queda progressiva de vazão com mesma corrente indica desgaste de rotor ou incrustação no filtro do poço. Detectar isso antes da queima da bomba evita parada de pivô em plena fase crítica da cultura.
Proteção do aquífero: o acompanhamento do nível dinâmico mostra o rebaixamento real do poço e permite ajustar o regime de bombeamento antes de comprometer a captação.
Multas evitadas: o histórico de volumes fica registrado e auditável, o que transforma a fiscalização num relatório impresso em vez de uma negociação sobre estimativas.
Caso real
Fazenda de soja no Mato Grosso: após a instalação do HIDROPAAS nos poços e conjuntos de irrigação, a propriedade passou a acompanhar vazão, volume e horas de bombeamento em tempo real. O retorno sobre o investimento foi alcançado em 5 meses, puxado principalmente pela economia de energia no bombeamento e pela eliminação de perdas causadas por bombas operando fora do ponto.
Como começar
1. Diagnóstico: levantamos os pontos de captação da fazenda, as outorgas vigentes e o que cada órgão exige de você hoje.
2. Projeto: definimos sensores, parâmetros e o meio de comunicação de cada ponto (4G ou satélite, conforme a cobertura da área).
3. Instalação: equipe da PAAS instala e comissiona em campo, com responsabilidade técnica de geólogo.
4. Operação: você acompanha tudo pelo painel, recebe alertas e gera os relatórios de conformidade quando o órgão pedir.
Conheça o sistema HIDROPAAS
O HIDROPAAS monitora poços, reservatórios e a qualidade da água em tempo real, com alertas no celular e relatórios automáticos. Veja como funciona o sistema de monitoramento HIDROPAAS.
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Sobre o autor

Chert Bobsin é geólogo formado pela UNISINOS, com registro no CREA-RS nº 204.398. É cofundador e CEO da PAAS Poços Artesianos e Água Subterrânea e criador do HIDROPAAS, o sistema de monitoramento de água e energia da PAAS.
Trabalha com perfuração de poços desde os 15 anos. A PAAS atua desde 1985, com geólogo responsável em cada projeto, e atende empresas, produtores rurais e condomínios em todo o Brasil. Conheça a trajetória · LinkedIn.
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