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Sensor de Nível Submersível (Hidrostático)

Foto do escritor: Chert Bobsin
Chert Bobsin
29 de ago.
4 min de leitura

Atualizado: há 21 horas

O sensor de nível submersível (hidrostático) é um sensor de pressão encapsulado para permanecer imerso na água por longos períodos, medindo o nível pela pressão da coluna de líquido acima dele. É a opção robusta para acompanhar continuamente o nível de poços, cisternas, reservatórios e estações de bombeamento, entregando um sinal elétrico proporcional à altura da água.

Sensor de nível submersível hidrostático descendo no poço para medir a coluna de água.

Ele é uma das principais tecnologias de sensor de nível de água e compartilha o princípio do transdutor de pressão piezométrico: a diferença está no encapsulamento reforçado, pensado para imersão permanente. Por ser instalado dentro da água, dispensa estruturas de fixação no topo do reservatório e mede bem mesmo em tanques estreitos ou profundos. Para ver como ele se compara a radar e ultrassom, consulte o guia de sensores para monitoramento de recursos hídricos. A PAAS atua com poços desde 1985, com geólogo responsável (CREA).

Como funciona

O sensor fica submerso a uma profundidade fixa. A pressão exercida pela coluna de água acima dele é proporcional à altura dessa coluna; um elemento piezoresistivo converte a pressão em sinal elétrico (tipicamente 4-20 mA ou RS485). Quanto maior o nível, maior a pressão lida, e o nível é calculado a partir da densidade da água.

Como o transdutor piezométrico, ele costuma usar cabo ventilado para compensar a pressão atmosférica e ler apenas a água. O corpo é selado com alto grau de proteção (IP68) e materiais resistentes à corrosão, porque permanecerá em contato constante com o líquido — inclusive água salobra ou com sedimentos.

Bons modelos trazem compensação de temperatura, já que a densidade da água e o próprio elemento sensor variam com o calor. Também é normal ocorrer uma pequena deriva de calibração ao longo do tempo: por isso, em medições críticas, vale conferir periodicamente a leitura contra uma referência conhecida. Em telemetria, esse acompanhamento fica mais fácil, porque o histórico revela desvios lentos antes que virem erro grosseiro.

Onde se usa / aplicações

O submersível é indicado sempre que o sensor precisa ficar imerso de forma permanente e confiável:

  • Poço artesiano: monitoramento contínuo de nível estático e dinâmico, com o sensor descido no poço.

  • Cisterna e reservatório: controle de volume armazenado e automação de enchimento.

  • Estação elevatória: proteção da bomba contra funcionamento a seco e comando por nível.

  • Poços de monitoramento: acompanhamento do nível freático em redes ambientais e barragens.

  • Tanques industriais: medição de nível em processos com água de reúso ou efluentes.

Em todos esses casos, o ponto forte do submersível é a instalação simples: basta descê-lo até a profundidade de trabalho e conduzir o cabo até o quadro de comando ou o registrador de dados.

Como escolher

Por ficar sempre imerso, o submersível exige atenção extra à vedação e ao material. Verifique os pontos abaixo — as faixas são qualitativas e o dimensionamento depende do ponto de instalação.

Critério

O que verificar ao comprar

Faixa de medição

Cobrir a altura máxima da coluna de água esperada, com margem.

Material e vedação

Inox 316L/titânio e grau IP68; essencial para água agressiva ou com sedimentos.

Tipo de saída

4-20 mA para distância; RS485/Modbus para dados digitais integráveis.

Cabo e ventilação

Comprimento adequado e tubo de ventilação protegido contra umidade e entupimento.

Custo relativo

Médio — semelhante ao piezométrico; a robustez de imersão pode elevar o valor.

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A HIDROPAAS fornece o sensor submersível hidrostático avulso, com faixa de pressão, grau de proteção e comprimento de cabo adequados ao seu ponto de medição. Diga onde vai instalar — poço, reservatório ou estação — que indicamos o modelo certo. Fale no WhatsApp (51) 99289-2188 e peça seu orçamento do sensor.

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O sensor submersível entrega o nível; a plataforma faz a gestão. O HIDROPAAS lê esse sensor e integra, no mesmo painel, vazão, pressão, qualidade e energia — com histórico, alertas automáticos de nível baixo e relatórios prontos para os órgãos (SIOUT, SIDECC, ANA). Você comprova o cumprimento da outorga sem planilhas manuais.

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Perguntas frequentes

Submersível é o mesmo que transdutor piezométrico?

São muito próximos: os dois medem por pressão hidrostática. O transdutor piezométrico refere-se ao elemento de medição de pressão; o submersível é a versão encapsulada para imersão permanente. Para poço, cumprem a mesma função.

Quanto tempo o sensor pode ficar submerso?

Modelos com grau IP68 e materiais adequados são projetados para imersão contínua por anos. O que limita a vida útil é a qualidade da água (corrosão, incrustação) e a integridade do cabo, não a imersão em si.

Serve para água salobra ou agressiva?

Sim, desde que o corpo e o diafragma sejam de material resistente, como inox 316L ou titânio. Em água salobra ou com sedimentos, especificar o material certo é o que garante a durabilidade do sensor.

Qual grau de proteção o sensor precisa ter?

Para imersão permanente, o mínimo recomendado é IP68. Esse grau assegura vedação contra entrada de água sob pressão, condição obrigatória para um sensor que vive dentro do líquido.

Com que frequência preciso calibrar o sensor?

Depende da criticidade e da qualidade da água. Em aplicações comuns, uma verificação anual costuma bastar; em medições críticas ou água agressiva, o intervalo é menor. Com telemetria, o histórico ajuda a detectar deriva e programar a calibração no momento certo, em vez de seguir um calendário fixo.

Funciona em reservatório e em poço?

Funciona nos dois. No poço, acompanha nível estático e dinâmico; no reservatório, mede o volume armazenado. Onde a imersão do sensor não é desejável, a alternativa é o sensor de nível por radar, que mede sem contato.

Conheça o sistema HIDROPAAS

O HIDROPAAS integra este e outros sensores num só painel, com alertas automáticos e histórico completo das medições. Veja como funciona o sistema de monitoramento HIDROPAAS.

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Sobre o autor

Chert Bobsin, geólogo CREA-RS 204.398, cofundador da PAAS e criador do HIDROPAAS

Chert Bobsin é geólogo formado pela UNISINOS, com registro no CREA-RS nº 204.398. É cofundador e CEO da PAAS Poços Artesianos e Água Subterrânea e criador do HIDROPAAS, o sistema de monitoramento de água e energia da PAAS.

Trabalha com perfuração de poços desde os 15 anos. A PAAS atua desde 1985, com geólogo responsável em cada projeto, e atende empresas, produtores rurais e condomínios em todo o Brasil. Conheça a trajetória · LinkedIn.

 
 
 

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